quarta-feira, 10 de junho de 2026

A loucura dos copos do McDonald's

O Mundial 2026 arranca amanhã e se a loucura já começou há umas semanas com o lançamento da caderneta de cromos da Panini, sinto que agora também se vai prolongar à troca de copos do McDonald's! Para quem ainda não está a par: o McDonald's lançou uma coleção de copos exclusivos e “lendários” com algumas super estrelas do Futebol, entre os quais: David Beckam, Ronaldinho Gaúcho, Lamine Yamal, Thierry Henry, Son Heung-Min, Vitinha (que é o copo “mistério” e exclusivo de Portugal) e o craque mais inesperado, o Grimace (a personagem roxa do McDonald's, que durante a minha infância se encontrava a decorar as cadeiras da maioria dos restaurantes desta cadeia de fast food).

Copos do Mundial 2026 do McDonald's, com Ronaldinho Gaúcho e Thierry Henry. Fotografia tirada por mim.

segunda-feira, 1 de junho de 2026

“Um bom descanso!”

Hoje aconteceu-me algo estranho, diferente e que, ainda assim, me fez pensar no quão fechados somos, enquanto seres humanos e em como simples atos podem mudar todo o nosso estado de espírito. Então, ao fim de um dia de trabalho (que até correu bem, ainda que tenha passado lentamente), segui a minha rotina de apanhar o comboio e regressar a casa e depois fazer um percurso rápido a pé até casa. Hoje fiz o horário do fecho, então isso significa estar a voltar para casa por volta das 20H00. Ou seja, já ao final do dia. Enquanto fazia esse caminho a pé, absorta nos meus pensamentos sobre o dia-a-dia, um senhor passou por mim e disse-me simplesmente: “um bom descanso”, enquanto sorria. Não sei quem é o senhor. Acho que nem nunca o tinha visto. Sou boa a memorizar caras e penso que nem nunca tinha passado por mim naquele sítio. Saiu-me de imediato um: “obrigada, igualmente!”, também com um sorriso. E à medida que ele passou por mim, ouvi-o a desejar “um bom descanso” a outra pessoa que vinha atrás de mim - mas não ouvi uma resposta. Isto deixou-me a pensar. Foi uma simples frase, mas achei simpático e carinhoso (e sem segundas intenções). Fiquei a refletir sobre o quão trancados costumamos ser. Porque é raro alguém que não conhecemos abordar-nos na rua, até porque muitas das vezes quando o fazem o ser humano tem a tendência de considerar que são “maluquinhos” ou que têm segundas intenções. Mas existem pessoas simpáticas no mundo, que talvez apenas gostem de aproveitar a capacidade do ser humano de interagir. A verdade é que isto é tão raro, que fiquei a pensar nisso... Estamos todos neste planeta, porque ignoramos tantas vezes o facto de conseguirmos interagir uns com os outros?